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Ilustradores portugueses André Letria

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André Letria nasceu em Lisboa, em 1973. Frequentou o curso de Pintura da Faculdade de Belas Artes de Lisboa.
Trabalha como ilustrador desde 1992, ilustrando regularmente livros para crianças e colaborando com diversas publicações periódicas. Ganhou diversos prémios donde se destacam o Prémio Nacional de Ilustração, em 2000; o Prémio Gulbenkian, em 2004; ou um Award of Exellence for Illustration, atribuído pela Society for News Design (EUA). Está publicado em diversos países, como EUA, Inglaterra, Espanha ou Turquia.
Participou em exposições na área da ilustração infantil, como a Bienal de Bratislava, em 1995 e 2005; Bolonha, em 2002; Sarmede, em 1999, ou Ilustrarte, em 2003, 2005 (Menção Especial) e 2009. Está incluído na secção “Children’s Books” da edição de 2009 do anuário de ilustração3x3, tendo ganho uma “Silver Medal” com uma das séries apresentadas. Trabalhou como cenógrafo para a Companhia Teatral do Chiado, de 2000 a 2005. Realizou a curta metragem Zé Pimpão, o «Acelera», basea…

Escritora do mês: ANA SALDANHA

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Nasceu no Porto, em 1959. É uma escritora e tradutora portuguesa situada no domínio da chamada literatura juvenil, embora a maioria dos seus títulos pareça dirigir-se à pré-adolescência e à adolescência. Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas (variante de Estudos Portugueses e Ingleses) na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Em 1992 fez o Mestrado em Literatura Inglesa em Birmingham e em 1999 doutorou-se em Literatura Infantil Inglesa sobre a obra de Rudyard Kipling e Teoria da Tradução na Universidade de Glasgow. Participou e apresentou comunicações em congressos no âmbito da Literatura Infanto-Juvenil. Entre as obras que traduziu destacam-se Longo Caminho para a Liberdade, a autobiografia de Nelson Mandela (Campo das Letras), Uma História da Leitura, de Alberto Manguel (Presença), Quebrar o Feitiço: A Religião como Fenómeno Natural, de Daniel C. Dennett (Esfera do Caos), Até ao Fim: Destruição e derrota da Alemanha de Hitler 1944-1945, de Ian Kershaw (Dom Quixote) e…

Dia de Ação de Graças

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O Dia de Ação de Graças (Thanksgiving Day) é celebrado na quarta quinta-feira de novembro.  Em 2017, festeja-se a 23 de novembro. Este é um feriado muito importante nos Estados Unidos, onde é comemorado oficialmente desde 1863. Trata-se de um dia de agradecimento a Deus por todas as bênçãos recebidas ao longo do ano. É um dia de estar com a família e de lembrar o amor ao próximo.

Origem da festividadeO primeiro dia de Ação de Graças foi celebrado em Plymouth, Massachusetts, pelos colonos que fundaram a vila em 1620. No ano seguinte, depois de más colheitas e inverno rigoroso, os colonos tiveram uma boa colheita de milho no verão de 1621. Por ordem do governador da vila, em homenagem às boas colheitas, a festa foi marcada no início do outono de 1621 e os homens de Plymouth mataram patos e perus.
O peru, acompanhado com puré de batata, é uma das principais tradições deste dia. Originalmente, este dia servia para agradecer as boas colheitas do ano, outros alimentos faziam parte da ementa, …

Dia Mundial da Filosofia

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Em 2002 a UNESCO instituiu o Dia Mundial da Filosofia, assinalando a importância e necessidade da humanidade refletir sobre os acontecimentos atuais, fomentando-se assim o pensamento crítico, criativo e autónomo. Desde então este dia é celebrado em todo o mundo na terceira quinta-feira do mês de novembro, que este ano terá lugar a 16 de novembro. No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Filosofia, os professores da disciplina, levam a efeito diversas atividades, que terão lugar entre 15 e 20 de novembro, com as quais se pretende mostrar a todos os alunos a importância do saber Filosófico e da história do pensamento filosófico na sociedade e na cultura, bem como despertar o gosto pelo filosofar.







Na passagem do aniversário do nascimento de Júlio Dinis

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A 14 de Novembro de 1839 nasce no Porto, na antiga Rua do Reguinho, aquele que viria a ser o médico e escritor Júlio Diniz (1839-1871), pseudónimo literário de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, criador do romance campesino e autor de obras como: As Pupilas do Senhor Reitor (1869), A Morgadinha dos Canaviais (1868), Uma Família Inglesa (1868), Serões da Província (1870), Os Fidalgos da Casa Mourisca (1871), Poesias (1873), Inéditos e Dispersos (1910), Teatro Inédito (1946-1947). Além daquele pseudónimo usou também o de Diana de Aveleda, com o qual se iniciou na vida literária e subscreveu crónicas no Diário do Porto e pequenas narrativas ingénuas como “Os Novelos da Tia Filomena” (1862) e o “Espólio do Senhor Cipriano” (1863). Viria a morrer a 12 de Setembro de 1871, com 31 anos, vítima de tuberculose, numa casa da Rua Costa Cabral, no Porto.



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17 de novembro de 1717 início da construção do Palácio-Convento de Mafra

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A edificação do Palácio-Convento de Mafra deve-se a uma promessa do rei D. João V. O Magnânimo (cognome do monarca absolutista) jurou erguer o monumento caso obtivesse sucessão do seu casamento com a rainha D. Maria Ana de Áustria, o que acabou por se tornar realidade em 1711, ano do nascimento da princesa Maria Bárbara.
Projetada pelo alemão Johann Friedrich Ludwig, de escola italiana, a construção da obra central do reinado de D. João V iniciou-se a 17 de novembro de 1717 e por ela passou a mão-de-obra de 52 mil trabalhadores. A sagração da Basílica deu-se a 22 de outubro de 1730, embora as obras se tenham prolongado até meados de 1737, dando lugar a um imponente Palácio. Inicialmente esboçado como um Convento para apenas 13 frades, o monumento acabou por se tornar num imenso edifício com todas as dependências e pertences necessários à vida quotidiana tanto da corte como de 300 frades da Ordem de S. Francisco.
A vida de corte do Magnânimo em Mafra acabou por ser reduzida, o rei adoece…

Feira do Livro da ESE

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4 a 12 de dezembro

Biblioteca

09h00 às 18h00